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Fev 14
Perguntam-me às vezes amigos meus, confiados na minha experiência de emigrante (dois anos em Madrid, sete em Bruxelas e mais dois em Manama) e de viajante (vinte e sete anos a voar desde as Salomão até Vancouver passando por quase todos os sítios imagináveis incluindo o Japão, Bornéu, o Maghreb e os países ao Leste da Cortina de Ferro) porque é que o trabalhador português (manual ou intelectual) é tão bom fora do seu país e tão menos bom dentro das fronteiras do rectângulo.

A resposta é simples: medo. Medo de ser posto na rua. O medo de perder as coisas boas é um grande incentivo à produtividade.
publicado por malcomparado às 14:59

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